AS V ESTAÇÕES

DADO VILLA ,LOBOS E MARCELO BONFÁ

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Público poderá se despedir em últimas apresentações, que acontecerão em poucas cidades brasileiras entre julho e setembro de 2024 A mais recente turnê de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, intitulada As V Estações – parte do projeto que celebra os álbuns da banda Legião Urbana -, terminará em 2024.

Os músicos anunciaram nesta quarta-feira (03/04) uma agenda especial para o encerramento da série de shows, que passará por poucas cidades brasileiras entre julho e setembro. Além de Dado (guitarra e vocais) e Bonfá (bateria e vocais), as apresentações contam com André Frateschi (vocal e bateria), Mauro Berman (direção musical, baixo e teclados), Lucas Vasconcellos (guitarra e violão) e Pedro Augusto (teclados). “Ver a resposta das pessoas e sentir essa conexão forte e positiva entre nós é muito bom, muito potente.

Tudo isso aconteceu de forma orgânica! Essa energia permeia a minha vida”, vibra Marcelo Bonfá. “Essa ideia de comemorar, celebrar os trinta anos de cada álbum, e juntar de novo uma banda, subir nos palcos e reencontrar o público, foi algo muito emocionante; a gente pôde perceber que tudo o que fez esses anos todos ainda têm uma relevância grande”, reflete Dado Villa-Lobos. O reencontro dos dois remanescentes da banda Legião Urbana para uma série de shows que celebrava 30 anos do disco de estreia teve início em 2015.

Na ocasião, André Frateschi e essa superbanda assumiram o desafio de apresentar ao lado de Dado e Bonfá músicas que marcaram muitas gerações de fãs. Após se debruçar sobre o repertório do primeiro disco, Legião Urbana, os músicos mergulharam nas canções dos álbuns seguintes. Em 2017, teve início a tour que contemplava os discos Dois e Que País é Este. Já na turnê atual, As V Estações, lançada em 2023, foi a vez de revisitar os álbuns As Quatro Estações e V. Os shows são embalados por intensa carga emocional numa espécie de catarse durante mais de duas horas. Tantos anos depois, é possível ver uma plateia formada por fãs da banda levar seus filhos e netos para reviver essas canções.

O resultado é um público diverso, com pessoas de todas as idades cantando em uníssono músicas que não eram apresentadas nos palcos desde o fim da banda Legião Urbana, há mais de 25 anos. Como André Frateschi citou no lançamento de As V Estações, são apresentações analógicas, cheias de som e fúria que mantêm viva a chama do rock. “A sensação que eu tenho quando estou ali com as pessoas, com a banda e com quem está assistindo é de conexão, uma coisa humana, quente, verdadeira, que atinge a gente de verdade. Eu saio transformado de todo show! O bonito é perceber que isso está vivo não apenas dentro de mim, mas dentro de um monte de gente”, conclui André Frateschi.

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